O petróleo voltou a subir: e eu já estou pensando no preço do combustível
Confesso que quando vejo notícia falando que o petróleo passou dos US$ 100 por barril, a primeira coisa que penso é: e o preço do combustível, como fica?
A gente pode até morar longe dos grandes centros de decisões internacionais, mas essas coisas acabam chegando no nosso bolso de uma forma ou de outra.
Nesta quarta-feira, 16 de setembro, a situação no Oriente Médio voltou a chamar atenção. A Arábia Saudita realizou ataques contra posições dos houthis no Iêmen, enquanto os houthis responderam com ataques contra instalações e alvos sauditas.
O problema é que o petróleo não depende apenas do que acontece dentro de um país.
Quando existe tensão em uma região importante para a produção e circulação de petróleo, o mercado começa a reagir. E foi justamente isso que aconteceu.
Segundo informações divulgadas nesta quarta, o petróleo Brent chegou a superar os US$ 100 por barril.
E aí vem aquela velha pergunta que todo brasileiro conhece:
Isso vai chegar no preço da gasolina e do diesel?
Pode chegar, sim, porque o preço dos combustíveis sofre influência de vários fatores, incluindo o preço internacional do petróleo, câmbio, impostos e decisões das empresas.
No Brasil, a situação já vinha chamando atenção. A defasagem no preço do diesel chegou a níveis elevados e o governo anunciou medidas para tentar diminuir o impacto da alta dos combustíveis.
Eu fico imaginando o motorista que depende do carro ou da moto para trabalhar.
Se o combustível sobe, não é somente o motorista que sente. O transporte fica mais caro, o frete pode aumentar e isso pode acabar afetando produtos que chegam ao supermercado.
Ou seja: uma guerra ou crise do outro lado do mundo pode parecer muito distante, mas existe uma cadeia enorme ligando esses acontecimentos ao nosso cotidiano.
E é justamente por isso que eu acho importante acompanhar esse tipo de notícia.
Não precisa entender de economia para perceber uma coisa: quando o petróleo dispara, ninguém fica completamente isolado da situação.
Agora é acompanhar os próximos capítulos e ver se essa tensão vai continuar pressionando o mercado ou se haverá uma redução nas cotações.
Porque, sinceramente, eu já acho combustível caro demais.
E você? Já está preocupado com o preço da gasolina e do diesel caso o petróleo continue acima dos US$ 100?


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